A Sala Verde de Educação Socioambiental Ecos do Jequi foi inaugurada em 22 de abril de 2007. Ela foi criada dentro da Funivale (funivale.blogspot.com)como um espaço de discussão, experimentação e prática da educação ambiental.A cada semestre organiza sua Rede de Parceiros para atender as demandas apresentadas pelas comunidades.Está sempre aberta a receber parceiros e contribuições de indivíduos.

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terça-feira, 30 de junho de 2009

jovens de São Gonçalo fazem intercâmbio com crianças de Araçuaí

Ouvir falar do Vale do Jequitinhonha de suas belezas e de sua gente é uma coisa. Ver o Vale é outra. Assim que surgiu uma oportunidade da Sala Verde ir para Araçuaí foi junto um grupo de 08 jovens... o intercâmbio foi simples, mas proveitoso. Conheceram meninos e meninas que fazem teatro, fizeram uma apresentação para os professores da rede municipal e visitaram a escultora D. Zefa. A visita foi emocionante, além de ver a casa e conversar com D. Zefa, o grupo pode ver sua última grande escultura.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Uma experiência internacional em prol das águas





08 dos jovens que participaram do Projeto Rio das Pedras Miúdas foram selecionados para participarem de uma experiência única: intercâmbio com outros jovens franceses. A Companhia de Contraries escreveu a peça Gota Dágua no Rio da Minha História. Diversos parceiros auxiliaram a tornar realidade a proposta de intercâmbio dentre eles o IEF, as prefeituras de Serro e Diamantina e o Cesc Venda Nova. No enredo uma linda gotinha dágua que sai do Rio Sena e cai nas água do Rio Jequitinhonha... enquanto tentava identificar estas novas águas o próprio magestoso Rio Jequitinhonha contava à ela sua história: as lavadeiras cantaram seus cantos, o garimpeiro contou sua história, as desilusões e bonitezas de um Rio cheio de história prenderam atenção dos telespactadores. A peça foi apresentada para crianças de escolas públicas de Serro, São Gonçalo do Rio das Pedras, Diamantina e acreditem, no Palácio das Artes!
Experiências trocadas, aprendizagens mil para nossos jovens: ao se comunicarem com os jovens franceses, ao terem um curso completo nos axaustivos ensaios de teatro, na adapatação da peça para o português, ao se apresentarem diante de público numeroso, ao conhecerem a história do Rio Jequitinhonha...
A arte é uma linguagem universal e nada melhor do que a arte para ser berço da educação ambiental.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Jovens realizam expedição ao rio


Os 30 jovens participantes da Expedição ao Rio das Pedras Miúdas foram divididos em grupos de observação para facilitar o registro e a produção de material. Os temas foram: qualidade e quantidade da água, mata ciliar, solo, a ação do homem e uso da água. Os trabalhos foram apresentados pelos grupos para que todos tivessem uma visão geral de como e em que situação está a água do Rio das Pedras Miúdas.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Estudando flores



Estudar flores é um prazer, uma alegria... andar por campos, ou pela rua procurando flores é uma atividade muito interessante. As cores, os tamanhos, os formatos, a espessura sempre são variados e chamativos.
Como botânicos desvendar as partes da flor, encontrar a parte feminina (ovário, estilete, estigma) e a parte masculina (estames que mormalmente são diferentes), procurar o grão de pólen, refletir sobre o processo de polinização. É possível observar a dependência com os pássaros, os insetos, o vento e o nascimento das plantas.
Depois amostras de flores podem ser desidratadas numa excicata e se trasnformar em um mostruário (tipo herbário). Desenhos, fotografias também são boas opções para juntas a arte ao aprendizado.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Estudando a água


Brincar com água, tomar banho de rio, beber água, passear perto do rio (ou dentro dele) é a melhor forma de se estudar sobre água, ver "a cor" da água, a quantidade, medir a "fundura" saber de onde ela vem e prá onde vai...
Observar as águas da comunidade, identificando as nascentes, vendo a formação do rio ou córrego os meninos e meninas podem entender um pouco sobre a importância do cuidado com a água. é possível desenhar mapas mostrando onde estão as pequeninas nascentes que formam o rio, descobrir os nomes d...Em comunidades onde se tem problemas de água, a observação e o contato é fundamental para que haja entendimento e sensibilização para o cuidado.

estudando árvores e plantas

As plantas estão por toda parte, passear para observar, para interagir com as plantas é um bom exercício. Identificar o nome das plantas (pode ser nome popular) faz com que crianças e adultos observem a presença de outras plantas menores e vejam o ciclo de uma árvore, o tamanho, o porte, presumir a idade, as características mais comuns, a relação delas com o solo, com a água, com outras plantas e com os bichinhos.
Muitas são as possibilidades: desde a identificação das plantas de uma micro região, coleta de material para herbário (coleta e desidratação da planta, identificação de data da coleta, número da coleta, descrição das partes da planta e de suas características, nome do coletor...).
Aliar as observações à organização de herbários é uma boa forma de preservar a história das plantas da comunidade. Este trabalho pode ser feito com a ajuda dos moradores locais, dos "mais velhos". Trabalhar com crianças em fase de alfabetização, pois além da escrita, do cálculo, da produção de textos possibilita a arte.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Coletâneas



As meninas observaram vários tipos de folhas durante os "passeios" de estudo, resolveram então montar uma coletânea de folhas. Separam os grupos pelos tamanhos e formatos... Secaram e observaram que muitas folhas tinham desenhos diferentes: com pontas e sem pontas, fáceis e difíceis de secas (mais ou menos umidade), as espessuras também foram observadas por elas. Fizeram "esqueletinhos de folhas" depois de seca, retiraram toda a parte que envolve as nervuras e descobriram que muitas folhas são parecidas...